- O Governo Regional dos Açores assegurou o compromisso com a complementaridade do Serviço Regional de Saúde, destacando a aquisição de um robô cirúrgico de ortopedia para o Hospital da Ilha Terceira.
- Foi realizada a primeiro artroplastia total do joelho com recurso ao robô, no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira (HSEIT).
- O sistema robótico do HSEIT custou 1,25 milhões de euros (mais IVA) e foi financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
- Foi ainda adquirido um sistema robótico de ortopedia para o Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, por 1,1 milhões de euros.
- O Chefe do Governo afirmou que a estratégia visa aumentar a diferenciação e as capacidades dos hospitais, mantendo uma visão estratégica e estruturada, sem centralizar serviços, e reforçou a inovação e a melhoria da saúde dos utentes.
O presidente do Governo Regional dos Açores anunciou a aquisição de um robô cirúrgico de ortopedia para o Hospital da Ilha Terceira, reforçando o compromisso com a complementaridade do Serviço Regional de Saúde. A operação aconteceu na segunda-feira.
A introdução do robô no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira permitiu a realização da primeira artroplastia total do joelho com este recurso. O sistema, financiado pelo PRR, custa 1,25 milhões de euros mais IVA.
Para o Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, foi também adquirido um robô de ortopedia, num investimento de 1,1 milhões de euros. A prioridade é aumentar capacidades e diferenciação do sistema regional de saúde.
Investimento e impacto no serviço
Durante a visita ao HSEIT, o chefe do Governo apontou que o objetivo é reforçar a diferenciação do hospital e melhorar as condições para utentes e profissionais, mantendo instalações de qualidade.
O Governo referiu ainda que a decisão se insere no Programa do Governo e no compromisso de servir toda a população dos Açores, sem descurar a gestão responsável e estratégica da saúde regional.
Contexto regional e debate público
Nos últimos meses, têm surgido propostas sobre a criação de um hospital central e universitário em Ponta Delgada, em virtude de eventos como o incêndio de São Miguel em maio de 2024. O tema divide opiniões entre entidades locais.
Bolieiro sublinhou que, apesar do ruído público, a administração mantém uma visão estratégica e estruturante para o sistema de saúde, com foco na melhoria contínua dos serviços.
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