- Em 2025, foram realizados 948 transplantes no SNS, mais 16 face a 2024.
- O número de dadores atingiu novo máximo: 458, com +8, sendo 370 pós-morte e 88 em vida.
- As colheitas de órgãos chegaram a 1.180, recorde, (+24 face a 2024); pulmão subiu de 106 para 126 e o coração (+10).
- Em 18 de fevereiro assinalaram-se 40 anos do primeiro transplante cardíaco em Portugal, realizado em Santa Cruz, Carnaxide; o ano passado registou recorde de transplantes de coração.
- Dados do IRODaT mostram Portugal, em 2024, como o 3.º país do mundo com mais dadores falecidos, 36,7 por milhão de habitantes.
O SNS divulgou dados do IPST sobre 2025, revelando novos máximos de dadores e de órgãos colhidos. Em Portugal, foram realizados 948 transplantes, +16 face a 2024, ainda abaixo do recorde de 968 em 2023.
Consecutivamente, 2025 foi o terceiro ano com mais de 900 transplantes. Pulmões e corações foram os vasos mais aumentados, com +12 de cada órgão em relação ao ano anterior. Dadores ultrapassaram 458, com +8 face a 2024.
Os registos oficiais indicam 1180 colheitas, recorde histórico, (+24 em 2024; +42 em 2023). A maior subida ocorreu nos pulmões, de 106 para 126, seguida dos corações, com +10.
No âmbito internacional, o IRODaT indica que, em 2024, Portugal foi o 3.º país com mais dadores falecidos, com 36,7 por milhão de habitantes, atrás de Espanha e EUA.
40 anos do 1.º transplante cardíaco em Portugal são assinalados a 18 de fevereiro. O feito ocorreu no hospital de Santa Cruz, Carnaxide, com Eva Pinto a receber o órgão. Em 1995, Eva faleceu aos 54 anos, após nove anos com o coração transplantado.
A legislação portuguesa determina que qualquer cidadão pode ser dador, salvo quem esteja registado como não dador. A doação pós-morte exige hospitalização para correta colheita, com decisão final da equipa médica.
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