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Abertas 332 vagas médicas para zonas carenciadas

Governo abre 332 vagas médicas para zonas carenciadas; maior número na Amadora/Sintra (19) e Anestesiologia (30) entre especialidades hospitalares

Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra (19 vagas) é a que apresenta o maior número de vagas para Medicina Geral e Familiar
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  • São 332 vagas de médicos carenciados para zonas desfavorecidas, segundo despacho publicado nesta quarta-feira no Diário da República pelos ministros das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e da Saúde, Ana Paula Martins.
  • A Unidade Local de Saúde Amadora/Sintra tem o maior contingente para Medicina Geral e Familiar, com 19 vagas.
  • Seguem-se a Unidade Local de Saúde Região de Leiria (18), a Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho (13), a ULS Loures-Odivelas (9) e a ULS Arrábida (9).
  • Nas especialidades hospitalares, as maiores vagas são para Anestesiologia (30), Ginecologia/Obstetrícia (27) e Medicina Interna (26).
  • Na área de Saúde Pública existem 13 postos com incentivos; o Governo pode realocar vagas até à quota de 332 e redefinir especialidades ou estabelecimentos, se necessário.

O despacho publicado nesta quarta-feira no Diário da República determina a abertura de 332 vagas médicas para zonas carenciadas. A medida envolve várias unidades de saúde, com a Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra a somar o maior número de vagas em Medicina Geral e Familiar: 19 posições.

Seguem-se a ULS da Região de Leiria com 18 vagas, a ULS do Arco Ribeirinho com 13, a ULS Loures-Odivelas com 9 e a ULS Arrábida com 9 vagas. Nas especialidades hospitalares, os maiores contingentes concentram-se em Anestesiologia (30) e Ginecologia/Obstetrícia (27).

A lista inclui ainda 26 vagas para Medicina Interna, 16 para Cirurgia Geral, 15 para Pediatria, 14 para Ortopedia e 10 para Cardiologia. Na área de Saúde Pública, existem 13 postos com direito a incentivos.

No total de 2025, já tinham sido abertas 216 vagas carenciadas para especialidades hospitalares e 97 para Medicina Geral e Familiar, bem como 11 para Saúde Pública.

O despacho também esclarece que, sem ultrapassar a quota máxima de 332 postos, a ministra da Saúde pode realocar vagas, redefinir especialidades ou alterar estabelecimentos de saúde, se necessário. A medida visa mitigar carências em zonas com maior necessidade. Fonte oficial: Diário da República.

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