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França confirma novo caso de hantavírus em passageira do navio MV Hondius

França confirma novo caso de hantavírus em passageira que deixou o MV Hondius; evacuação prossegue com quarentena nos países de origem.

Funcionários do governo espanhol desinfetam passageiros antes de embarcarem num avião, após deixarem o navio de cruzeiro MV Hondius, afetado por hantavírus, em Tenerife
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  • França confirma novo caso de hantavírus numa passageira que deixou o MV Hondius durante a evacuação.
  • Os últimos passageiros serão retirados ao longo do dia e enviados aos respetivos países para quarentena e exames médicos.
  • Espanha afirma que dois casos suspeitos foram negativos; os EUA descrevem um caso como “positivo ligeiro” devido a um PCR indeterminado a bordo.
  • A OMS confirmou seis casos ligados ao surto no navio e avisa que podem ocorrer mais infeções, com transmissão principalmente por contacto próximo.
  • Estão previstas repatrações: duas aeronaves para a Austrália e os Países Baixos, e o Reino Unido também fretará um avião para transportar passageiros restantes.

O Ministério da Saúde da França confirmou um novo caso de hantavírus em uma passageira que deixou o navio de cruzeiro MV Hondius durante a operação de evacuação. A confirmação foi feita pela ministra Stéphanie Rist, em declarações a meios nacionais.

A operação de repatriação prevê que os últimos passageiros sejam enviados aos seus países ao longo do dia, para cumprir quarentena e exames médicos. O navio chegou a Granadilla de Abona, em Tenerife, na Espanha, na manhã de domingo.

Avanços na vigilância internacional

Dois casos suspeitos identificados pela Espanha deram resultado negativo, segundo o Ministério da Saúde espanhol. As autoridades indicam que o conjunto de medidas de sáude continua em curso, com rastreio de contactos e quarentenas.

Nos Estados Unidos, foi anunciado um quadro de caso de “positivo ligeiro” após um teste PCR com resultado indeterminado. O ECDC e especialistas espanhóis classificaram o resultado como negativo, mantendo a avaliação de risco sob vigilância.

Contexto do surto no MV Hondius

O surto no navio, que partiu da Argentina a 1 de abril, já causou três mortes e nove doentes a bordo. A OMS confirmou seis casos de hantavírus ligados ao caso, alertando para possíveis novas infeções devido ao período de incubação de até seis semanas.

Maria Van Kerkhove, epidemiologista da OMS, reiterou que o hantavírus não se transmite como o SARS-CoV-2, enfatizando a transmissão por contacto próximo. Não há indicação de transmissão entre roedores a bordo.

Desembarques e repatriações

A maioria dos passageiros desembarcou durante escalas, com planos de voos para repatriar cidadãos de várias nacionalidades, incluindo Austrália, Países Baixos e Reino Unido. O governo britânico também prepara aeronave para retirar cidadãos a bordo.

Casos adicionais estão a ser investigados por autoridades de saúde em quatro continentes, com foco na identificação de contatos próximos que possam ter estado em contacto com os infetados desde o desembarque.

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