Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

paraquedistas aterraram Tristão da Cunha para socorrer britânico com hantavírus

Paraquedistas militares realizam operação de emergência em Tristão da Cunha para prestar auxílio médico a britânico com hantavírus, enfrentando logística remota e suprimentos críticos

Militares britânicos realizaram uma operação aérea para prestar assistência médica de emergência a um doente com suspeita de infeção por hantavírus na ilha de Tristão da Cunha, anunciou o Governo do Reino Unido este domingo.
0:00
Carregando...
0:00
  • Forquedistas britânicos realizaram uma operação aérea para prestar assistência médica de emergência a um doente com suspeita de hantavírus na ilha de Tristão da Cunha.
  • Uma equipa de seis paraquedistas e dois médicos militares da16.ª Brigada de Assalto Aéreo desceu num lançamento de paraquedas a partir de um avião A400M.
  • Suprimentos de oxigénio e outros materiais de assistência médica foram lançados de ar quase simultaneamente.
  • A operação é necessária porque Tristão da Cunha não tem pista de aterragem e é o território ultramarino mais remoto de Inglaterra, com população de cerca de 220 habitantes.
  • Nota: um dos três cidadãos britânicos com suspeita de hantavírus permanece na ilha; os restantes dois já tinham sido encaminhados para os Países Baixos e África do Sul.

Militares britânicos realizaram uma operação aérea para prestar assistência médica de emergência a um doente com suspeita de hantavírus na ilha de Tristão da Cunha, anunciou o Governo do Reino Unido neste domingo. O comunicado descreve a operação como uma resposta urgente a um caso na ilha ultramarina britânica.

Uma equipa de seis paraquedistas e dois médicos da 16.ª Brigada de Assalto Aéreo saltou de um avião A400M da Força Aérea Real. Suprimentos vitais, incluindo oxigénio, foram lançados de forma coordenada para apoiar a equipa médica local.

A ilha de Tristão da Cunha não tem pista de aterragem e é acessível apenas por barco. A ação seguiu a confirmação, na sexta-feira, pela Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido, de uma suspeita de infecção num cidadão britânico na ilha.

Operação e logística

O anúncio detalha um voo de longo curso de quase 6.800 quilómetros desde Brize Norton, no centro de Inglaterra, até à Ilha da Ascensão, seguido de um percurso de cerca de 3.000 quilómetros até Tristão da Cunha. A missão ressalta o esforço conjunto entre as forças britânicas para chegar ao doente em condições desafiantes.

O ministro das Forças Armadas, Alistair Carns, descreveu a operação como realizada em circunstâncias incrivelmente desafiantes, com profissionalismo e compostura sob pressão. A ministra dos Negócios Estrangeiros, Yvette Cooper, elogiou as forças armadas pela sua atuação.

Envolvidos e desdobramentos

Entre os envolvidos estão três cidadãos britânicos ligados ao surto de hantavírus associado ao cruzeiro MV Hondius; dois já tinham sido encaminhados para os Países Baixos e para a África do Sul. O restante está sob avaliação médica na ilha, onde as autoridades mantêm vigilância sanitária.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais