- Rita Machado, de 53 anos, candidatou‑se para adotar aos 43 e esperou sete anos pela criança de seis anos que estava numa instituição desde os nove meses.
- Raquel e Lina são mães de crianças adotadas por quem esperou anos e, embora felizes, alertam para a necessidade de mais apoios após a adoção.
- Houve uma mudança no requisito de idade, passando a aceitar crianças até aos seis anos em vez de apenas até três.
- A proposta de adoção surgiu cerca de um ano depois da alteração do requisito.
- As mães solicitam maior apoio especializado de psicólogos, pediatras e professores após a adoção.
Mães que esperaram anos pelos filhos alertam que são precisos mais apoios após adoção. Rita Machado, 53 anos, candidatou-se a adotar aos 43 e esperou sete anos por António, que tinha seis quando recebeu a proposta. Ele estava num albergue desde os nove meses.
Rita ajustou o requisito de idade, abrindo a possibilidade a crianças até aos seis anos, em vez de três. Um ano depois, surgiu a oportunidade de adoção. António vivia numa instituição desde os nove meses.
Raquel e Lina são mães de crianças adotadas por quem também aguardou longo tempo. São felizes, mas defendem que é necessário mais apoio logo após a adoção, incluindo acompanhamento de psicólogos, pediatras e professores.
Apoios necessários após a adoção
Antenada às dificuldades, Raquel sustenta a necessidade de serviços de apoio contínuo durante os primeiros anos. Lina sublinha a importância de formação para profissionais escolares que acompanham as crianças adotadas.
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