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Falta de rastreio auditivo expõe vulnerabilidade a oportunistas

A falta de rastreio auditivo favorece empresas oportunistas, enquanto urge uma estratégia nacional de saúde auditiva e financiamento adequado

Portugal precisa de uma estratégia nacional para a saúde auditiva, defende Ordem dos Médicos
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  • O texto analisa por que os aparelhos auditivos continuam caros e com pouca comparticipação, apontando o financiamento da saúde via hospitais e regras limitadas, que, nalguns casos, beneficiam apenas quem tem rendimento mínimo.
  • O presidente da especialidade de otorrinolaringologia da Ordem dos Médicos, Nuno Trigueiros Cunha, defende uma estratégia nacional para a saúde auditiva.
  • A estratégia deve também enfatizar os riscos da exposição ao ruído e a importância da prevenção.
  • O artigo alerta que a falta de rastreio auditivo favorece empresas oportunistas que oferecem serviços pouco fiáveis.
  • A peça acompanha uma imagem associada ao tema, com a mensagem sobre a necessidade de uma estratégia nacional para a saúde auditiva.

O acesso a próteses auditivas em Portugal é marcado por custos elevados e por um financiamento limitado no sistema de saúde. O modelo atual envolve apoio através de hospitais, com critérios de elegibilidade restritos e, em muitos casos, dependentes do rendimento do paciente.

A falta de rastreio auditivo sistemático cria um espaço para ofertas pouco fiáveis no mercado, favorecendo empresas que não asseguram qualidade adequada dos serviços. Especialistas apontam que esta lacuna agrava riscos de exposição a ruídos e de danos auditivos não detetados precocemente.

O tema surge numa perspetiva de políticas de saúde, com críticas à ausência de uma estratégia nacional consolidada para a saúde auditiva. A defesa é pela integração de medidas de prevenção, rastreio e acesso a dispositivos, para reduzir falhas de diagnóstico e atrasos no tratamento.

Estratégia Nacional para a Saúde Auditiva

A Ordem dos Médicos, por meio da especialidade de otorrinolaringologia, defende a criação de uma estratégia nacional dedicada à saúde auditiva. O objetivo é alertar para os riscos decorrentes da exposição ao ruído e melhorar o acesso a soluções auditivas adequadas.

Numa análise dos mecanismos de financiamento, especialistas destacam a necessidade de estratégias que acerca de custos não comprometam o diagnóstico e o tratamento. O foco é tornar os serviços mais fiáveis e acessíveis a quem realmente necessita.

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