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Hantavírus mata três pessoas em cruzeiro; o que é e como se transmite

Três mortes por hantavírus num cruzeiro com destino a Cabo Verde; a doença transmite-se por roedores e exige higiene e controlo de infestação

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  • Três passageiros morreram infetados com hantavírus durante um cruzeiro com destino a Cabo Verde.
  • O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, através de fezes, urina ou saliva, ou pela inalação de partículas contaminadas.
  • A doença pode apresentar-se como síndrome pulmonar por hantavírus (SPHV) ou febre hemorrágica com síndrome renal; a SPHV pode evoluir para insuficiência respiratória.
  • A prevenção passa por evitar áreas com roedores, manter higiene e locais limpos, e não armazenar alimentos onde haja roedores.
  • Se houver suspeita de sintomas ou contacto com ambientes infestados, procure atendimento médico rapidamente; o diagnóstico precoce é crucial e o tratamento pode envolver suporte respiratório.

Três pessoas morreram durante um cruzeiro com destino a Cabo Verde, após infecção por hantavírus. A confirmação veio a público através de relatos médicos e da comunicação entre as autoridades de saúde. O caso é considerado grave e envolve a tripulação e passageiros que estiveram a bordo.

A jornalista Lucília Galha, da revista Sábado, explicou o que é o vírus, como se transmite e se há motivo para preocupação pública. O conteúdo descreve também as formas de apresentação clínica e as medidas de prevenção.

O hantavírus é uma doença infecciosa causada por um vírus do género Hantavirus, da família Bunyaviridae. A transmissão ocorre principalmente através de roedores, que contaminam ambientes com fezes, urina ou saliva. A inalação de partículas no ar também pode transmitir a infeção.

A doença apresenta-se de duas formas principais: a síndrome pulmonar por hantavírus (SPHV) e a febre hemorrágica com síndrome renal. A SPHV pode evoluir para insuficiência respiratória aguda e é potencialmente fatal. Sintomas iniciais incluem febre, dores musculares e cansaço.

A prevenção passa pelo controlo de roedores, higiene adequada e limpeza de locais de risco, bem como evitar armazenar alimentos onde haja acesso de roedores. Em ambientes de cruzeiro, a preocupação está associada a áreas fechadas e visitas a zonas rurais ou florestais.

A transmissão é zoonótica, ou seja, de animais para humanos. A transmissão direta entre pessoas é rara, embora tenha sido documentada em contextos de cuidados de saúde. Em cruzeiros, o foco está no controlo de roedores e na vigilância de áreas infestadas.

Se surgirem sintomas compatíveis ou contacto com áreas infetadas, deve procurar-se atendimento médico imediato. O diagnóstico precoce facilita o tratamento, que pode incluir suporte respiratório em casos graves.

A doença é evitável com medidas básicas de higiene e controlo de roedores. A informação pública e a prevenção são cruciais para evitar novos casos e proteger a saúde coletiva.

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