Um relato recente descreve a hospitalização de um filho, desde o momento em que as portas se abrem até a maca se afastar, evidenciando a fronteira entre saúde e doença.
O autor, pai ou mãe, narra a ansiedade de uma cirurgia infantil, o recobro da anestesia geral e o receio de o filho não reconhecer os pais de imediato.
Também descreve o despertar após o procedimento, com orientações de anestesistas sobre a possibilidade de um regresso gradual à consciência e ao contacto com os familiares.
O texto aborda ainda o impacto emocional da experiência, incluindo momentos de fé momentânea que a situação pode despertar, sem emitir julgamentos ou conclusões.
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