- Cientistas desenvolveram uma terapia de “preparação imunitária” que permite evitar a toma de imunossupressores após transplante de fígado.
- Em ensaio clínico em humanos, vários pacientes ficaram sem imunossupressores durante mais de três anos.
- A abordagem visa reduzir efeitos secundários graves associados ao uso prolongado destes medicamentos.
- Em 2025, o Centro Médico da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, realizou 89 transplantes de fígado de dadores vivos.
Doentes que receberam transplantes de fígado de dadores vivos puderam, em alguns casos, ficar sem medicamentos imunossupressores após a intervenção, numa abordagem que prepara o sistema imunitário para aceitar o órgão. A técnica é descrita como uma terapia única de “preparação imunitária”.
O desenvolvimento é feito por investigadores de várias instituições, incluindo o Centro Médico da Universidade de Pittsburgh. O objetivo é reduzir a dependência de imunossupressores, associados a efeitos secundários graves a longo prazo.
O estudo envolve um ensaio clínico em humanos, com os primeiros resultados mostrando que alguns pacientes permaneceram sem imunossupressores por mais de três anos após o transplante. Dados adicionais continuam a ser avaliados.
Em 2025, o Centro Médico da Universidade de Pittsburgh realizou 89 transplantes de fígado de dadores vivos, uma taxa que se pretende manter sob escrutínio à medida que a terapia avança para fases seguintes.
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