- A administração da Unidade Local de Saúde Santo António (ULSSA), no Porto, usou a ministra da Saúde para justificar perante a IGAS a ausência de registos biométricos do diretor de Cirurgia, Eurico Castro Alves, entre 2021 e 2025.
- Não existem registos de entradas e saídas do hospital para o dirigente no referido período.
- O contexto insere-se num processo da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS).
- O facto envolve o Hospital de Santo António, ligado à ULSSA, no Porto.
- A notícia não inclui avaliações ou conclusões sobre a situação, apenas a explicação apresentada pela administração.
A administração da Unidade Local de Saúde de Santo António (ULSSA), no Porto, apresentou a ministra da Saúde como elemento explicativo para a ausência de registos biométricos de Eurico Castro Alves, diretor de Cirurgia, entre 2021 e 2025. Segundo a instituição, não houve registo de entradas e saídas durante esse período.
A explicação integra um processo da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS), que investiga a conformidade de registos de acesso. A ULSSA afirma que, apesar da inexistência de dados biométricos, não houve impactos operacionais relevantes. A direção contesta qualquer falha de gestão.
Eurico Castro Alves é o principal arguido do caso, em que se investiga a qualidade de controlo de acessos na unidade. A IGAS está a avaliar procedimentos internos, incluindo o cumprimento de normas de registo de presença e de horários. A instituição garante transparência no inquérito.
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