- Cerca de 125 estudantes finalistas de medicina, estagiários no Hospital Central da Beira, iniciaram hoje uma greve por tempo indeterminado.
- Exigem subsídios em atraso há dez meses.
- Parte do grupo acampa diante do Ministério da Saúde, em Maputo.
- A greve envolve médicos estagiários moçambicanos.
- A matéria não cita desfechos ou negociações em curso.
Cerca de 125 estudantes finalistas de medicina, estagiários no Hospital Central da Beira, iniciaram hoje uma greve por tempo indeterminado. Exigem subsídios em atraso há dez meses, afetando o normal funcionamento académico e clínico.
Parte do grupo acampou diante do Ministério da Saúde, em Maputo, para pressionar as autoridades a desbloquear os pagamentos. A mobilização envolve estudantes que já estão próximos da conclusão do curso.
Os grevistas indicam que os subsídios pendentes impactam o financiamento da formação e o estágio clínico. A ação ocorre num momento de diálogos pouco claros entre as entidades envolvidas e a igreja de saúde pública.
Desdobramentos
Ainda não houve confirmação de adesão de outras unidades de saúde à greve. O Ministério da Saúde não divulgou comentários públicos sobre a situação nem prazos para resolução.
As estruturas de ensino e saúde não emitiram comunicados adicionais até o encerramento desta edição. A greve mantém-se até que haja acordo ou indicação de solução por parte das autoridades competentes.
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