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Hospital das Caldas da Rainha recusa atestar nascimento em ambulância

Hospital das Caldas da Rainha recusa atestar nascimento em ambulância, deixando bebé sem registo oficial e sem número de Segurança Social ou plano de vacinação

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  • O Hospital das Caldas da Rainha recusou atestar o nascimento de Matilde, uma bebé que nasceu numa ambulância na via pública, em Caldas da Rainha (distrito de Leiria).
  • A criança, que já tem sete meses, não tem número de Segurança Social nem acesso ao plano de vacinação, segundo a mãe.
  • O hospital justificou a recusa pelo facto de não haver registo oficial do nascimento no hospital.
  • A mãe tentou inscrever a bebé na Segurança Social, mas não foi possível pela ausência de atesto de nascimento.
  • O caso está a ser acompanhado pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens; o hospital afirma que só atesta o nascimento com registo oficial.

O Hospital das Caldas da Rainha recusou atestar o nascimento de Matilde, uma bebé de sete meses, ocorrido numa ambulância na cidade de Caldas da Rainha, no distrito de Leiria. O parto aconteceu na via pública e a criança foi encaminhada para o hospital.

Segundo a mãe, o hospital não emitiu o registo, o que impede a atribuição de número de Segurança Social e de inclusão no plano de vacinação. A mãe manteve o anonimato ao falar do caso.

O hospital justificou a recusa pela ausência de registo oficial no momento do nascimento, afirmando que só atesta quando há registo. A mãe já tentou inscrever a bebé, sem sucesso.

Situação atual

A bebé permanece sem identificação oficial, gerando preocupação da mãe quanto a acesso a direitos básicos de saúde e educação. O caso é acompanhado por várias entidades, incluindo a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens.

O hospital não comenta casos específicos, reiterando que o nascimento só é atestado com registo. A mãe espera que a situação seja resolvida rapidamente para garantir os direitos da filha.

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