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Combustíveis descem na próxima segunda-feira

Queda dos combustíveis confirma-se para segunda-feira: gasóleo baixa 6,5 cêntimos e gasolina 3,5 cêntimos, fruto da quebra do preço do barril após o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão

Encher o depósito de combustível vai ser mais barato na próxima semana
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  • O gasóleo descerá 6,5 cêntimos, para 2,085 euros por litro, e a gasolina recuará 3,5 cêntimos, para 1,908 euros por litro; os valores são indicativos e podem variar nos postos.
  • A descida resulta da quebra do preço do barril, para perto de 95 dólares, após o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão, que desbloqueou parcialmente o estreito de Ormuz.
  • O estreito de Ormuz continua fortemente condicionado pela Irão, que também poderá cobrar portagens de um dólar por barril.

•Os responsáveis norte-americanos e iranianos devem reunirse hoje em Islamabad, Paquistão, para discutir um acordo de paz duradouro; Donald Trump disse que os EUA estão prontos para retomar os confrontos se necessário.

  • Mesmo que saia um acordo, o caminho até os preços do petróleo voltarem aos níveis anteriores ao conflito pode levar meses.

Os preços dos combustíveis deverão baixar no início da próxima semana. O gasóleo poderá recuar 6,5 cêntimos, fixando-se em 2,085 euros o litro, enquanto a gasolina deverá perder 3,5 cêntimos, para 1,908 euros por litro. Os valores são indicativos e podem variar entre postos.

A queda acompanha o recuo do preço do barril, que se situou perto de 95 dólares. O movimento surge após o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão, o que desbloqueou parcialmente o estreito de Ormuz, uma rota que encara fortes restrições ainda. A volatilidade do mercado continua, influenciando os preços locais.

O Irão exige portagens no estreito de Ormuz, o que tem sido fonte de atrito com Washington. Donald Trump afirmou que, se a cobrança for mantida, deve cessar, enquanto os EUA estudam eventuais contactos com responsáveis iranianos em Islamabad, no Paquistão, para avançar com negociações de paz.

Contexto económico

O papel de Ormuz no comércio global mantém-se central, com cerca de 20% do petróleo mundial navegando pela via. Mesmo com o cessar-fogo, Teerão não abdica do controlo do estreito, o que mantém a incerteza sobre futuros movimentos de preços.

Numa leitura mais ampla, analistas apontam que, mesmo com possível acordo entre as partes, os preços da energia podem demorar meses a regressar aos níveis anteriores a este ciclo de tensão. A volatilidade persiste à medida que as negociações prosseguem.

JD Vance

O vice-presidente dos EUA entregou uma mensagem de cautela, dizendo que a equipa negocia de boa-fé, mas alerta que, se houver tentativas de enganar as autoridades, a flexibilidade pode diminuir. O tom é de firmeza para manter as condições de negociações.

A nossa avaliação é que o discurso sinaliza abertura a uma resolução, desde que haja transparência por parte das contrapartes. O objetivo declarado é evitar escaladas, mantendo o diálogo como eixo central das conversações.

Capacetes-azuis

Mais de 70 países condenaram os ataques contra as forças de paz da ONU no Líbano. O comunicado conjunto sublinha que as tropas de paz não devem ser alvo de violência e reforça apoio à proteção dos civis.

A comunidade internacional reforça a necessidade de cumprir missões humanitárias com garantias de segurança para os corpos de paz. A situação no terreno continua a exigir monitorização constante e respostas coordenadas.

Defender a Palestina

Ao menos 70 barcos e mil pessoas integram uma nova Flotilha Global Sumud, anunciada para partir de Barcelona rumo a Gaza. A organização descreve a iniciativa como a maior missão marítima a favor da Palestina já organizada.

Israel mantém o bloqueio ao enclave e intensifica ataques na Cisjordânia, mantendo a tensão regional. A iniciativa pretende chamar a atenção internacional para a situação humanitária em Gaza.

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