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Ministério Público acusa homem de 67 anos de 14 furtos, em Évora

MP acusa homem de 67 anos por 14 furtos, sete qualificados, em Évora; inquérito do DIAP abrange crimes entre agosto de 2025 e maio de 2026, com monitorização eletrónica.

Tribunal da Relação de Évora
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  • O Ministério Público acusa um homem de 67 anos de 14 furtos, sete dos quais qualificados, em Évora, envolvendo viaturas automóveis e estabelecimentos comerciais.
  • O inquérito foi dirigido pela 1.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal de Évora (DIAP) e coadjuvado pela PSP de Évora.
  • Os factos ocorreram entre agosto de 2025 e maio de 2026, em Évora, e o arguido terá feito dos furtos o seu modo de vida, não tendo emprego nem outros meios de subsistência.
  • O MP pediu a perda a favor do Estado das vantagens patrimoniais ilicitamente adquiridas; o homem foi detido em maio e ficou em prisão preventiva, posteriormente substituída pela obrigação de permanência na habitação com fiscalização eletrónica.
  • O processo aguarda instrução, a menos que seja requerida, caso em que seguirá para julgamento.

Um homem de 67 anos foi acusado pelo Ministério Público da prática de 14 furtos, sete dos quais qualificados, ocorridos em Évora, entre agosto de 2025 e maio de 2026. Os crimes envolveram viaturas automóveis e estabelecimentos comerciais.

O inquérito foi dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora, com a cooperação da PSP local. O arguido, de nacionalidade portuguesa, não tinha emprego ou outra subsistência, segundo o MP.

O MP anunciou a acusação esta segunda-feira, em nota publicada no site da Procuradoria-Geral Regional de Évora. A investigação indicou que os furtos se prolongaram ao longo de vários meses.

Detenção e situação processual

O arguido foi detido em maio e apresentado a primeiro interrogatório judicial, ficando em prisão preventiva. Esta medida foi substituída pela obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica.

Segundo o MP, decorre o prazo para eventual abertura de instrução, que, caso não seja requerida, encaminhará o processo para julgamento. A investigação contou com a participação da 1.ª secção do DIAP de Évora e da PSP de Évora.

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