- A ASAE instaurou três processos-crime no Rock in Rio por documentos falsos.
- Três menores de idade teriam utilizado documentos manipulados digitalmente para adquirir bebidas alcoólicas no recinto.
- A ação envolve o uso de documentação falsificada com manipulação digital para contornar controles de idade.
- O caso foi reportado em 24 de junho de 2026, às 11:23.
Três menores de 16 anos foram alvo de três processos-crime abertos pela ASAE no Rock in Rio, por uso de documentos falsos. O incidente ocorreu no recinto do festival, em Lisboa, durante o evento. A fiscalização constatou que os documentos haviam sido manipulados digitalmente para adquirir bebidas alcoólicas.
A ação envolveu a utilização de documentos adulterados com o objetivo de ultrapassar os mecanismos de verificação de idade no interior do recinto. Os jovens tentaram aceder a bebidas alcoólicas junto de pontos de venda autorizados.
Os processos foram instaurados pela Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, após deterções administrativas durante o funcionamento do festival. As diligências decorrem na área de atuação da ASAE, com a avaliação de provas digitais e físicas.
Detalhes do caso
Segundo a autoridade, as práticas envolvem fraude documental com consumo de álcool por menores no espaço do evento. A investigação continua para apurar a origem dos documentos e os demais agentes potenciais envolvidos.
Ainda não houve divulgação de diligências adicionais ou de consequências legais específicas para os menores. A ASAE reitera que a violação de normas de consumo está sujeita a procedimentos legais cabíveis.
Entre na conversa da comunidade