- O chefe da Polícia de Segurança Pública (PSP), Bruno Gonçalves, é acusado de terrorismo pelo Ministério Público por supostamente integrar o Movimento Armilar Lusitano (MAL).
- A acusação revela que ele recrutou para o MAL um militar de elite da Guarda Nacional Republicana (GNR).
- O sargento da GNR, afecto à Unidade de Intervenção na Pontinha, foi pedido para formar outros membros do grupo neonazi.
- A ideia era tirar proveito da experiência do militar, nomeadamente os seis anos de paraquedismo e o comando.
- O grupo pretendia criar uma milícia para combater quem, na perspetiva deles, prejudicasse os interesses nacionais.
A Polícia Judiciária anunciou a apreensão de armas e munições associadas ao Movimento Armilar Lusitano (MAL), grupo identificado como neonazi. A operação partiu de investigações em curso sobre crimes graves envolvendo a organização.
O caso envolve o chefe da PSP, Bruno Gonçalves, acusado de terrorismo pelo Ministério Público por alegados vínculos com o MAL. A investigação aponta para a participação do líder na mobilização de elementos para a milícia.
Segundo a PJ, foi recrutado para o MAL um militar de elite da GNR, com experiência de combate. A intenção terá sido aproveitada para fortalecer a capacidade operativa da organização.
A PJ indicia que o sargento da Unidade de Intervenção, com base na Pontinha, foi solicitado a fornecer formação a outros membros. A finalidade seria acelerar o treino para ações potencialmente violentas.
A acusação contra o responsável da PSP decorre de uma linha de cooperação entre as estruturas de segurança, apurando ligações com facções extremistas. O objetivo da investigação é esclarecer responsabilidades individuais.
As autoridades não divulgaram detalhes sobre o número de armas apreendidas ou o período exato da operação. As informações disponíveis permanecem em fase de investigação e verificação.
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