- A Guarda Nacional Republicana (GNR) apreendeu mais de 13 mil produtos contrafeitos entre 1 de maio e 5 de junho, na operação Trademark 2026, com 24 arguidos.
- Foram realizadas 48 ações de fiscalização, principalmente em feiras, mercados, lojas e outros locais de venda ao público.
- Os artigos contrafeitos incluem vestuário, calçado e acessórios desportivos, incluindo itens alusivos a clubes e seleções nacionais.
- Registaram-se 49 crimes no código da propriedade industrial, 390 autos de contraordenação e 24 arguidos constituídos.
- A operação envolveu 793 militares, com coordenação entre comandos territoriais e a unidade de ação fiscal; as autoridades alertam que a compra de produtos contrafeitos prejudica a economia, a receita fiscal e a qualidade e rastreabilidade para o consumidor.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Portugal apreendeu mais de 13 mil artigos contrafeitos na operação Trademark 2026, entre 1 de maio e 5 de junho. As ações começaram em feiras, mercados e estabelecimentos comerciais, totalizando 48 fiscalizações que levaram à apreensão de 13.360 itens.
Os produtos incluem vestuário, calçado e acessórios desportivos, com itens alusivos a clubes e seleções nacionais. Foram registados 49 crimes no código da propriedade industrial e 390 autos de contraordenação, com a constituição de 24 arguidos.
A operação envolveu 793 militares de várias unidades da GNR, com atuação coordenada entre comandos territoriais e a unidade de ação fiscal, que prestou apoio técnico e operacional. O objetivo é combater o comércio ilícito e preservar a qualidade e rastreabilidade dos artigos comercializados.
A GNR aponta que a aquisição de artigos contrafeitos, mesmo em contexto desportivo, pode prejudicar agentes económicos legítimos e a receita fiscal, além de retirar garantias de segurança aos consumidores.
Entre na conversa da comunidade