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Menina asfixiada pela madrasta já estava sinalizada pela escola

Menina de oito anos, sinalizada pela escola e em acompanhamento, não foi à escola; madrasta fingiu consulta médica para impedir a entrada, deixando a comunidade em choque

Escola frequentada por menina asfixiada até à morte pela madrasta
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  • A menina de oito anos não foi à escola numa quarta-feira, alegadamente devido a uma espera da madrasta que afirmou ter uma consulta médica.
  • A escola alegou que não houve contacto entre funcionários da escola e a madrasta, e que o que se passa dentro do autocarro escolar não é da sua responsabilidade.
  • O director do Agrupamento de Escolas de Valpaços afirmou que a escola sinalizava a situação da criança e que a acompanhava, segundo o Correio da Manhã.
  • A comunidade escolar ficou em choque e os alunos estão a receber apoio psicológico.
  • A mãe da criança lutava pela custódia e a mulher encontrava-se em depressão profunda quando terminou a relação com o pai da menina.

A menina de 8 anos Lara morreu por asfixia, em Valpaços, alegadamente causada pela madrasta da criança. O facto terá ocorrido na quarta-feira, após a mãe da vítima ter lutado pela custódia e enfrentar depressão profunda depois da separação do pai. A escola já tinha sinalizado a criança e estava a acompanhar o caso, segundo o Correio da Manhã.

A entrada de Lara na escola ficou marcada pela ausência na quarta-feira. A madrasta terá feito uma «espera» afirmando ter uma consulta médica, o que motivou a não entrada da menina. O diretor do Agrupamento de Escolas de Valpaços assegura que não houve qualquer abordagem de funcionários por parte da madrasta.

Alexandre Cartano explicou ainda que o que se passa dentro do autocarro escolar não é da responsabilidade da escola. Admitiu que pode ter havido algum contacto com a madrasta, mas garantiu que nenhum funcionário esteve envolvido na situação.

A comunidade educativa ficou em choque com a notícia da morte, e os alunos estão a receber apoio psicológico. O caso está a ser acompanhado pela autarquia local e pelas estruturas de proteção de menores, sem que, ainda, tenham sido divulgados mais detalhes oficiais sobre as circunstâncias.

A denúncia de que a mãe lutava pela custódia da filha, associada a relatos de depressão da mãe, foi suscitada pela imprensa. As informações disponíveis apontam para uma tragédia familiar com consequências profundas para a rede escolar da freguesia.

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