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Falsos polícias escolhiam vítimas de assaltos por bens à venda nas redes sociais

MP acusa 18 homens e uma mulher de falsos polícias de nove assaltos a habitações na Área Metropolitana de Lisboa, levantando 174 mil euros em bens e dinheiro

Assaltantes usavam coletes com a inscrição "Polícia"
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  • O Ministério Público acusa dezoito homens e uma mulher de se fazerem passar por agentes da PSP ou inspetores da Polícia Judiciária para cometerem assaltos violentos a habitações na Área Metropolitana de Lisboa.
  • Os falsos polícias escolhiam as vítimas com base nos bens a venda nas redes sociais, sobretudo carros e artigos de valor.
  • Entre maio de 2024 e maio de 2025, realizaram nove assaltos em residências de Oeiras, Loures, Lisboa, Cascais, Montijo e Almada.
  • Foram 174 mil euros em bens e dinheiro roubados; dois dos assaltos renderam quase 120 mil euros.
  • A investigação, que envolve o grupo, continua para apurar todos os factos.

O Ministério Público acusa 18 homens e uma mulher de se passarem por agentes da PSP ou inspetores da PJ para cometerem assaltos violentos a casas na Área Metropolitana de Lisboa. O modo de atuação envolvia a descortinar vítimas com base em bens anunciados online.

Segundo o MP, os suspeitos selecionavam potenciais alvos entre homens e mulheres que colocavam à venda carros e objetos de alto valor nas redes sociais. A abordagem incluía a identificação de oportunidades de ataque em residências.

As autoridades indicam que os crimes ocorreram ao longo de um ano, entre maio de 2024 e maio de 2025. Os assaltos foram realizados em concelhos da região de Lisboa, incluindo Oeiras, Loures, Cascais, Lisboa, Montijo e Almada.

No total, os crimes resultaram no furto de 174 mil euros em bens e dinheiro. De acordo com o MP, apenas dois dos assaltos rendiam quase 120 mil euros.

A acusação descreve que, em cada operação, os alegados autores apresentavam-se como elementos das forças de segurança para facilitar a entrada nas habitações. O objetivo era obter bens de valor de forma rápida e violenta.

A investigação não especifica ainda as identidades completas dos suspeitos nem se há outros momentos processuais, como audiências ou medidas de coação. As informações oficiais indicam que a acusação já foi submetida ao tribunal competente.

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