- Falsos inspetores da Polícia Judiciária usavam armas, coletes, crachás, balaclavas, luvas e mandados de busca falsificados para obrigar a abrir as portas.
- Entravam nas casas após se apresentarem: “Polícia! Abre a porta. Temos um mandado de busca.” e imobilizavam as vítimas com abraçadeiras plásticas.
- Levaram dinheiro, relógios de luxo e artigos em ouro.
- Algumas vítimas foram agredidas; crianças pequenas estiveram no meio do terror.
- O Ministério Público acusa os autores pelos crimes praticados.
Falsos inspetores da Polícia Judiciária assaltaram casas utilizando armas, coletes, crachás, balaclavas e mandados de busca falsificados. Os crimes ocorreram em várias localidades, com as ações a ocorrerem de forma rápida e coordenada. O Ministério Público já acionou os suspeitos.
As portas eram abertas em resposta a uma suposta ordem de busca. Os autores, identificados como parte de um esquema, faziam-se passar por agentes da PJ diante das vítimas.
Entravam nas residências, imobilizavam os moradores com abraçadeiras plásticas e encaminhavam-se para a retirada de bens de valor. Dinheiro, relógios de luxo e artigos em ouro surgiram entre os bens apontados.
Algumas vítimas sofreram agressões, e crianças pequenas estiveram expostas ao cenário de terror durante as ações. Não foram fornecidos detalhes sobre o número de ocorrências.
Os suspeitos foram acusados pelo Ministério Público. As investigações continuam para apurar a origem dos documentos falsificados e a coordenação das ações.
Medidas de proteção e investigação
As autoridades orientam a população a confirmar credenciais oficiais com os agentes antes de permitir entrada. Investigações internas e cooperação com outros órgãos seguem para desmantelar o esquema.
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