- A PSP investiga um condutor que circulou em contramão na Marginal de Cascais, na noite de sábado, numa carrinha Audi por volta das 22h00.
- O veículo entrou repetidamente na faixa contrária entre São João do Estoril e a Parede, derrubando pinos balizadores e passando traços contínuos.
- No final, o condutor passou um semáforo vermelho e desapareceu.
- A PSP informou que já possui o vídeo e elaborou Auto de Notícia com os factos apurados, a remeter à Autoridade Judiciária competente.
- Nesta terça-feira, o motorista ainda não tinha sido identificado, apesar de a matrícula ser visível e de as diligências de investigação estarem em curso.
Um condutor a conduzir na direção contrária criou pânico na Marginal de Cascais na noite de sábado. Segundo vídeos que comprovam a situação, o veículo era uma carrinha Audi e circulava por volta das 22h00 entre São João do Estoril e a Parede, entrando repetidamente na faixa contrária e derrubando pinos balizadores no eixo central. No final, passou um semáforo vermelho e desapareceu.
Aative de condutor provocou manobras perigosas ao longo da via pública, gerando situação de risco para outros utentes. Em momento próximo, o veículo chegou a transitar em linha com traços contínuos, aumentando a gravidade das ações registadas. Os pinos balizadores foram derrubados durante o percurso.
De acordo com a PSP, já foi elaborado Auto de Notícia com os factos apurados, para envio posterior à Autoridade Judiciária competente. A investigação está a decorrer e envolve diligências de identificação do condutor e recolha de elementos de prova, incluindo a matrícula visível no veículo.
Até terça-feira, o condutor ainda não tinha sido identificado, pese embora a matrícula ser legível. As diligências prosseguem para confirmar dados do motorista e estabelecer eventuais responsabilidades criminais ou administrativas. A PSP não avançou com mais detalhes sobre prazos da averiguação.
Investigação em curso
A PSP confirmou a existência do vídeo que sustenta o relato, indicando que já foi registado o conjunto de factos. O caso permanece em análise, com foco na identificação do responsável e na avaliação de eventual prejuízo material ou perigo público causado.
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