- O director do serviço de Gestão de Recursos Humanos da Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental é acusado de prender uma trabalhadora à cadeira com fita-cola para obrigá-la a terminar um trabalho.
- O episódio terá ocorrido há cerca de duas semanas.
- A denúncia foi apresentada pela Ordem dos Enfermeiros à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS).
- A administração da ULSLO não comenta o caso, apenas afirma ter tomado decisões adequadas à situação.
- As chefias denunciam clima de desrespeito pelos profissionais no hospital.
O director do serviço de Gestão de Recursos Humanos da Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) é acusado de ter prendido uma trabalhadora a uma cadeira com fita-cola para obrigá-la a terminar um trabalho. O incidente terá ocorrido há cerca de duas semanas, na ULSLO, que engloba os hospitais de São Francisco Xavier, Egas Moniz e Santa Cruz. A denúncia foi apresentada pela Ordem dos Enfermeiros à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS).
A instituição não comenta o caso publicamente, limitando-se a afirmar que tomou decisões adequadas à situação. O órgão dirigente da ULSLO explicou que as medidas adotadas visam salvaguardar o funcionamento dos serviços e o bem-estar dos profissionais, sem entrar em detalhes sobre o sucedido.
Denúncia e investigação
A denúncia à IGAS foi formalizada pela Ordem dos Enfermeiros, que aponta para condutas alegadamente inadequadas de gestão de equipas e clima de desrespeito entre profissionais no hospital. A IGAS deverá aferir a veracidade dos factos e, se aplicável, promover as diligências cabíveis. A administração da ULSLO mantém o registo de que as decisões tomadas estão alinhadas com os normativos internos e com as regras de funcionamento dos serviços.
Entre na conversa da comunidade