- Furtos de azulejos históricos continuam a ocorrer em várias cidades, com maior incidência em lisboa.
- Associações ligadas à defesa do património dizem que o problema resulta da procura turística, da falta de fiscalização e de um mercado paralelo de venda de peças retiradas de fachadas antigas.
- Marta Mendes, do MAPA, afirma que o problema está a piorar e que os furtos têm aumentado de forma grandiosa.
- Rui Martins, da associação Vizinhos em Lisboa, vê o período mais intenso entre 2000 e 2009, mas diz que os roubos continuam de forma permanente.
- Atualmente verifica-se um nível baixo, mas permanente, de furtos.
O furto de azulejos históricos continua a ocorrer em várias cidades do país, com maior expressão em Lisboa. Associações de proteção do património apontam para um problema estrutural alimentado pela procura turística, pela fiscalização insuficiente e por um mercado paralelo de peças retiradas de fachadas antigas.
De modularização semelhante, entidades como o MAPA — Movimento de Acção para a Protecção do Azulejo — indicam que o número de furtos tem vindo a aumentar de forma expressiva. A leitura destas organizações situa o fenómeno como crescente nos últimos tempos, sobretudo na capital.
Já a associação Vizinhos em Lisboa apresenta uma perspetiva diferente da evolução recente. Segundo nos seus membros, o período de maior intensidade ocorreu entre 2000 e 2009, embora os roubos permaneçam de forma contínua, com um nível baixo, mas permanente, destacado como tendência atual.
Contexto
As instituições ligadas à proteção do azulejo apontam para fatores que alimentam o problema, entre eles a procura turística, a eventual falta de fiscalização e o funcionamento de um mercado paralelo de venda de peças. A situação implica impactos no património urbano de Lisboa e de outras cidades.
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