- Um estudante de 22 anos liderava uma rede de extorsão sexual, conhecida como sextortion, a partir do Montijo, com denúncias de vítimas à Guarda Nacional Republicana a desencadear a investigação.
- O grupo simulava ser da Polícia Judiciária para intimidar as vítimas e exigir dinheiro, usando perfis falsos nas redes sociais para atrair jovens.
- A rede arrecadou perto de um milhão de euros, sacados em várias operações bancárias, para sustentar um estilo de vida luxuoso.
- O jovem foi detido na sua residência no Montijo; foram apreendidos vários dispositivos electrónicos usados na prática criminosa; a investigação continua para identificar cúmplices e mais vítimas.
- A operação contou com várias unidades policiais e o arguido aguarda julgamento no tribunal.
Um estudante de 22 anos liderava, a partir do Montijo, uma rede de extorsão sexual, conhecida como sextortion. Vítimas reportaram à Guarda Nacional Republicana (GNR) e deram origem à investigação. O grupo também se fazia passar por agentes da Polícia Judiciária (PJ) para intimidar as vítimas.
Os investigadores apuraram que o criminoso usava perfis falsos nas redes sociais para atrair sobretudo jovens, com promessas de encontros e conversas íntimas. Depois, passava a chantagear as pessoas, ameaçando divulgar conteúdos sensíveis caso não enviassem mais material ou dinheiro.
A rede arrecadou perto de um milhão de euros, valor movimentado por várias operações bancárias. O jovem mantinha uma vida académica normal numa universidade local e usava o dinheiro para sustentar um estilo de vida luxuoso.
A polícia já identificou várias vítimas que relataram receber avisos de divulgação caso não cumprissem as exigências. Algumas submeteram-se a pagamentos elevados para evitar a exposição do conteúdo.
O estudante foi detido na sua residência no Montijo, onde foram apreendidos dispositivos usados na prática criminosa. A investigação continua para identificar cúmplices e novas vítimas.
A operação contou com o apoio de várias unidades policiais e é considerada um avanço no combate à criminalidade digital. O suspeito aguarda julgamento no tribunal competente.
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