- Fernanda Baltazar, a professora conhecida como “homicida do gelo”, assassinou o noivo com gelo seco em 2016, em Lisboa.
- O património associado à homicida está escondido na região de Cinfães, entre Covelas e Vila de Muros, e envolve uma herança avaliada em centenas de milhares de euros.
- Existem 25 imóveis ligados à família da homicida, incluindo quintas desocupadas e casas abandonadas.
- A renda patrimonial contrasta com a realidade de uma comunidade ainda abalada pelo crime e da família da vítima, Hugo Oliveira, que não recebeu indemnização.
- A homicida cumpre 17 anos de prisão.
O CM revelou o património de Fernanda Baltazar, a professora que assassinou o noivo com gelo seco nas vésperas do casamento, em 2016, em Lisboa. A notícia chega com base em informações apuradas pela equipa de investigação.
O conjunto de bens, avaliado em centenas de milhares de euros, está ligado à família da homicida, que cumpre 17 anos de prisão. Entre os ativos, contam-se 25 imóveis em várias fases de abandono.
Na investigação, ficou apurado que o património inclui quintas esquecidas e casas ao abandono, associados à linha familiar de Baltazar. A família da vítima, Hugo Oliveira, continua sem indemnização.
Património localizado em território rural
Os imóveis concentram-se na região do coração de Cinfães, entre as aldeias de Covelas e Vila de Muros. As autoridades não esclareceram pela altura o destino legal de cada bem.
A notícia levanta questões sobre a gestão de bens após crimes graves e o impacto para a comunidade de Hugo Oliveira, que continua sem ver reparação financeira. A investigação segue em curso para esclarecer a distribuição de ativos.
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