- A Polícia Judiciária alerta para o aumento de droga K4 nas cadeias portuguesas, cuja detecção só é possível em laboratório, quando é apreendida nas cadeias.
- Na terceira parte da investigação CM, o número de amostras de K4 passou de cinco em 2020 para 307.
- A droga K4 é até cem vezes mais forte que a cannabis e já provocou mortes nas prisões de Portugal.
- Uma folha com droga K4 pode render entre dois mil e quatro mil euros.
- O conteúdo analisa, de forma objetiva, o aumento da presença de K4 em ambientes prisionais portugueses.
A Polícia Judiciária alerta para o aumento da droga K4 nas cadeias portuguesas, apontando que a detecção só é possível em laboratório quando a droga é apreendida dentro de estabelecimentos prisionais. O objetivo é apurar a proveniência e o uso desta substância nas prisões.
Segundo dados internos, o número de amostras de K4 detetadas subiu de 5 em 2020 para 307 recentemente, evidenciando uma escalada relevante no contexto prisional. A PJ frisa a importância de monitorizar o circuito de distribuição e consumo dentro das cadeias.
A substância K4 é descrita como até 100 vezes mais forte do que a cannabis, com impactos graves na saúde dos reclusos. Além disso, a presença desta droga pode gerar lucros entre dois e quatro mil euros por folha de papel que contenha a substância, segundo estimativas recolhidas pela investigação.
Mudança de tema: contexto e desagravamento
A PJ reforça que a detecção em laboratório é central para confirmar a presença de K4, dada a sua complexidade química e a necessidade de análises específicas. O objetivo institucional é combater o tráfico e reduzir os riscos associados ao consumo entre as comunidades prisionais.
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