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Polícias apontadas como amantes de homicida de Alverca ficam feridas

Polícias implicam a viúva no homicídio de Filipe Jorge; Bas Ruijter sustenta ter agido sozinho com 26 facadas, após relatos de sangue no local

Bas Ruijter
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  • Bas Ruijter voltou a admitir, no tribunal de Loures, ser o autor do homicídio de Filipe Jorge, morto com vinte e seis facadas numa garagem de Alverca, em fevereiro de 2024, alegando acesso de fúria e ciúme; Sílvia Rosa, mulher de Filipe e amante de Bas, estaria apenas envolvida no momento.
  • Quatro agentes da PSP presentes no local do crime implicaram a viúva, mesmo que de forma indireta, nas ações que levaram ao homicídio.
  • Em depoimento, os polícias disseram ter visto Bas e Sílvia com sangue nas mãos e na roupa, depois de alegadamente terem usado uma torneira para lavar vestígios.
  • A faca com sangue foi encontrada pousada no capot, junto ao corpo e a uma poça de sangue.
  • Doze dias antes do crime, Filipe Jorge terá pedido ajuda à PSP para tirar os seus bens, alegando medo de Sílvia, que não queria que ele saísse de casa; Filipe já tinha apresentado uma queixa por violência doméstica.

Bas Ruijter voltou esta terça-feira a assumir, no tribunal de Loures, ser o autor do homicídio de Filipe Jorge, morto com 26 facadas numa garagem em Alverca, em fevereiro de 2024. Alegou um acesso de fúria impulsionado por ciúmes, afirmando que Sílvia Rosa, mulher de Filipe e amante dele, não terá feito nada no momento.

Quatro agentes da PSP presentes no local do crime implicaram a viúva, de forma indireta, no homicídio. Em depoimento separado, todos referiram ter visto Bas e Sílvia com sangue nas mãos e roupas, com ferimentos variados. A cena não era, dizem, fácil de Despistar.

Bas estava em pânico e Sílvia desesperada, segundo as testemunhas. A faca, ainda com sangue, ficou pousada no capôt do veículo, ao lado do corpo e de uma poça de sangue, descrevem os agentes. Os inspetores foram os primeiros a chegar ao local.

Um dos agentes que esteve na casa da família 12 dias antes do crime afirmou que Filipe Jorge temia Sílvia e pediu ajuda à PSP para retirar os seus bens. A testemunha também indicou que Sílvia não queria que Filipe saísse de casa. Filipe Jorge já havia apresentado uma queixa por violência doméstica.

Contexto do processo

As informações apontam para um contexto de tensão entre as partes, com o acusado a sustentar a versão da acusação e a família envolvida em episódios anteriores. O julgamento segue em curso com relatos médicos e periciais a serem apresentados.

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