- A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 300 casos de burlões que fingem ser autoridades ou serviços públicos.
- Há registo de mais de 670 burlas informáticas.
- Foram detidos dois suspeitos relacionados com estes crimes.
- Os dados foram divulgados a 13 de maio de 2026 às 12:25.
- Não foram apresentadas informações adicionais relevantes no texto principal.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 300 casos de burlões que se fazem passar por autoridades ou por serviços públicos. O objetivo é obter vantagens ilícitas junto de cidadãos.
Entre os casos reportados, aparecem burlas em que os suspeitos fingem representar entidades públicas e solicitam informações sensíveis ou pagamentos, com vários métodos de engano.
O registo refere ainda mais de 670 burlas informáticas, em que utilizadores são alvo de fraudes online, phishing ou extensões de malware, com impactos económicos significativos.
No total, houve dois detidos relacionados com estas burlas, segundo os dados divulgados pela GNR até 13 de maio de 2026. As autoridades mantém operacionais esforços de prevenção e investigação.
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