- A Polícia Marítima perseguiu lanchas suspeitas de tráfico de droga ao largo do Algarve, numa operação coordenada pela Autoridade Marítima Nacional.
- A perseguição durou cerca de quarenta minutos, em circunstâncias meteorológicas adversas.
- Durante a fuga, os suspeitos lançaram bidons de combustível ao mar para dificultar a aproximação pelas embarcações policiais.
- A ação contou com o apoio da Marinha, do Grupo de Ações Táticas da Polícia Marítima, do Pelotão de Abordagem dos Fuzileiros e da Força Aérea Portuguesa, sob a coordenação da Polícia Judiciária.
- No mesmo dia, numa operação semelhante em águas próximas, dois elementos da Guardia Civil espanhola morreram e outros três ficaram feridos durante a perseguição a uma embarcação suspeita.
O Polícia Marítima perseguiu lanchas suspeitas de tráfico de droga ao largo do Algarve, numa operação que decorreu no mesmo dia em águas próximas às nossas costas. A ação foi coordenada pela Autoridade Nacional de Segurança Marítima, com participação da Marinha e da Polícia Judiciária, em condições meteorológicas adversas.
A perseguição durou cerca de 40 minutos e envolveu várias embarcações da Guarda, incluindo o Grupo de Ações Táticas da Polícia Marítima e o Pelotão de Abordagem dos Fuzileiros. Durante a fuga, os suspeitos atiraram bidons de combustível ao mar, dificultando a aproximação das autoridades.
Perseguição em águas próximas
As lanchas suspeitas resistiram à captura, tentando manter a distância das embarcações policiais. A manobra dificultou a abordagem, devido ao estado do mar e ao vento forte. Não há informações disponíveis sobre feridos ou detenções nesta altura.
Incidente adjacente com a Guardia Civil
No mesmo dia, em águas próximas, dois elementos da Guardia Civil espanhola morreram e outros três ficaram feridos durante uma perseguição a uma embarcação suspeita. A informação foi confirmada por fontes oficiais espanholas e está a ser utilizada para avaliação da operação coordenada entre autoridades portuguesas e espanholas.
As autoridades portuguesas indicaram que a operação foi acompanhada pela Marinha e pela Polícia Judiciária, com apoio logístico e aéreo. O objetivo é esclarecer a identidade dos ocupantes das embarcações e a natureza da atividade investigada.
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