- Um jovem de 19 anos esfaqueou, a 17 de abril, um agente da Polícia de Segurança Pública na esquadra de Marrazes, atingindo o pescoço e o braço.
- Ontem, o mesmo recluso agrediu, a soco e pontapé, um guarda do Estabelecimento Prisional de Leiria, onde está preventivamente detido, durante a distribuição do pequeno-almoço; outro vigilante ficou ferido ligeiramente.
- Ambos os guardas foram transportados ao Hospital de Leiria para observação e receberam alta após avaliação clínica.
- O recluso ficou em cela de separação, aguarda-se o processo disciplinar e eventual afetação a regime de segurança; o caso foi comunicado ao Ministério Público.
- Em relação ao ataque de 17 de abril, o comandante da Divisão Policial de Leiria indicou que a agressão poderia ter sido fatal; a PSP aponta historial de conflitos com a Polícia dos Marrazes, e a investigação está a cargo da Polícia Judiciária, avaliando motivações potencialmente associadas a ódio ou perturbação.
O jovem de 19 anos que, a 17 de abril, esfaqueou no pescoço um agente da PSP na Esquadra de Marrazes agrediu ontem, a soco e pontapé, um guarda do Estabelecimento Prisional de Leiria, onde está detido preventivamente. O ataque ocorreu durante a distribuição do pequeno-almoço.
Segundo o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, Frederico Morais, o incidente aconteceu na cadeia de Leiria destinada a jovens reclusos. Um segundo vigilante sofreu ferimentos ligeiros na imobilização do recluso. Ambos foram hospitalizados para observação e tiveram alta.
O recluso foi colocado em cela de separação, no âmbito do processo disciplinar e de avaliação para eventual afetação a um regime de segurança. Os factos foram comunicados ao Ministério Público para possível procedimento criminal.
Contexto do incidente anterior
O mesmo jovem protagonizou, a 17 de abril, um ataque com faca no interior da esquadra da PSP de Marrazes, em Leiria. Um agente foi atingido no pescoço e num braço, ficando em observação. A polícia indicou histórico de conflitos com aquela área, sem detalhes.
Reações e enquadramento
O Comandante da Divisão Policial de Leiria comentou ao jornal que a agressão poderia ter sido fatal. O arguido permanece sob investigação; a PSP sugeriu a possibilidade de motivações associadas a uma questão de ódio ou perturbação. O subintendente ressaltou tratar-se de um caso isolado.
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