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Recluso fugitivo de hospital na Parede detido após quilómetro

Fuga de recluso do hospital de Sant'Ana, na Parede, é detetada; capturado a cerca de um quilómetro, com transferência para Monsanto e críticas à vigilância prisional

Fachada do edifício do Hospital Sant'Ana, na Parede, Cascais
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  • Um recluso internado no hospital ortopédico de Sant’Ana, na Parede, Cascais, tentou fugir na tarde de domingo, saindo do quarto e saltando o muro para o exterior.
  • A fuga ocorreu por volta das 16h00; o preso, vindo do Estabelecimento Prisional de Lisboa, regressou recentemente de uma saída precária devido a um problema no ombro.
  • Seguia sob vigilância de apenas um guarda prisional na enfermaria quando tentou escapar, sendo a fuga detetada rapidamente.
  • O mesmo guarda perseguiu o recluso e, cerca de um quilómetro depois, junto à estação da CP da Parede, capturou-o com a ajuda de uma mulher que o viu esconder-se.
  • O recluso deverá ser encaminhado para a cadeia de alta segurança de Monsanto assim que receber alta; o episódio gerou críticas sobre a insuficiência de agentes de guarda, conforme o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.

Um recluso internado no hospital ortopédico de Sant’Ana, na Parede, Cascais, tentou fugir na tarde de domingo. Saiu do quarto, saltou um muro para o exterior e correu pela rua, mas foi capturado cerca de um quilómetro depois, junto à estação da CP da Parede, por um guarda prisional que o vigiava.

Segundo o CM, a fuga ocorreu por volta das 16h00. O recluso veio do Estabelecimento Prisional de Lisboa, regressando de uma saída precária devido a um problema no ombro e operado recentemente. Recuperava numa enfermaria, sob vigilância de apenas um elemento da guarda prisional.

O mesmo guarda perseguiu o fugitivo e capturou-o com a ajuda de uma mulher que o viu esconder-se. O recluso voltou ao hospital; apresenta um quadro de recuperação e deverá, quando tiver alta, ser transferido para a cadeia de alta segurança de Monsanto.

Contexto e reação

Frederico Morais, presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, sustenta que o caso evidencia a falta de efetivos nas prisões, nomeadamente com um único guarda a vigiar um recluso no hospital. Afirmou ainda que a situação coloca em risco a segurança do hospital, da população e do próprio guarda.

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