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União de freguesias de Estremoz denuncia burla em aplicação bancária

Burla informática atinge a União de Freguesias de Ameixial, com duas transferências de 30 mil euros, em investigação pela Polícia Judiciária

Burla informática
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  • A União de Freguesias do Ameixial, em Estremoz, sofreu uma burla informática de 60 mil euros através da aplicação Caixa Direta Online da Caixa Geral de Depósitos, em duas transferências de 30 mil euros cada.
  • O presidente Márcio Cantador informou à Lusa que o caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária.
  • A ocorrência foi detetada pelos serviços da União de Freguesias e comunicada numa sessão da Assembleia de Freguesia, bem como à Caixa Geral de Depósitos e ao departamento jurídico da autarquia.
  • A Polícia Judiciária confirmou à Lusa que a burla está a ser investigada pela Unidade Local de Investigação Criminal de Évora.
  • A autarquia já apresentou reclamação formal para reposição dos fundos à CGD e fez queixa-crime, garantindo total transparência e a recuperação do valor.

A União de Freguesias do Ameixial, em Estremoz, denunciou uma burla informática que, alegadamente, afectou a sua conta na Caixa Geral de Depósitos. O golpe envolveu duas transferências de 30 mil euros cada, efetuadas através da aplicação Caixa Direta Online. A ocorrência foi comunicada pela autarquia na quinta-feira.

O presidente da União de Freguesias, Márcio Cantador, revelou à Lusa que o crime ocorreu após a manipulação tecnológica do sistema de autorizações e assinaturas acordado com o banco. A burla foi detetada pelos serviços da própria Junta de Freguesia.

A queixa foi apresentada às autoridades competentes e a Polícia Judiciária iniciou uma investigação. A PJ confirmou à mesma agência a instalação de um processo na Unidade Local de Investigação Criminal de Évora.

A autarquia informou que comunicou o incidente à CGD e ao seu departamento jurídico, e que pretende a reposição imediata dos fundos. Foi também apresentada queixa-crime, mantendo-se a investigação em curso.

Investigação em curso

A Junta de Freguesia descreve o ataque como um esquema de burla informática que visou contornar os procedimentos de autorização. A autarquia sublinha o compromisso com a transparência e com a recuperação dos fundos.

Segundo a União de Freguesias, os 60 mil euros pertencem à freguesia e devem ser devolvidos. A investigação deve esclarecer as formas usadas pelo esquema e identificar os responsáveis.

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