- Dois homens judeus, de 76 e 34 anos, foram esfaqueados no bairro de Golders Green, em Londres, e hospitalizados em estado estável.
- A polícia trata o caso como terrorismo com motivações anti-semitas; o suspeito, um homem de 45 anos, foi detido após ser imobilizado com uma arma elétrica (*taser*).
- O suspeito está a ser interrogado por homicídio na forma tentada; tem antecedentes de violência e estava sinalizado devido a problemas de saúde mental, conforme a polícia de Londres.
- O incidente gerou reação entre a comunidade judaica e houve vaias dirigidas ao chefe policial junto ao local, exigindo melhoria na proteção da comunidade.
- Autoridades reagiram: o primeiro-ministro condenou o ataque; o rabino-chefe pediu ações mais firmes contra o anti-semitismo; o caso também suscitou menção de uma reivindicação de um grupo pró-iraniano, ainda não confirmada.
Dois homens foram esfaqueados pela manhã no bairro de Golders Green, no norte de Londres. A polícia trata o ataque como um ato de terrorismo com motivações anti-semitas. As vítimas têm 76 e 34 anos e estão hospitalizadas em estado estável. O incidente ocorreu na rua, sem confirmação de outros feridos.
O suspeito, um homem de 45 anos, foi detido após tentar agredir agentes de segurança. Foi imobilizado com uma arma de electrochoque e permanece sob interrogatório por homicídio na forma tentada. A polícia indica antecedentes de violência e sinais de problemas de saúde mental.
Reação policial e comunitária
O chefe de polícia de Londres, Mark Rowley, afirmou que o incidente acarreta preocupação com a segurança das comunidades judaicas, especialmente após uma série de ataques. A multidão presente no local expressou descontentamento com a atuação policial.
Contexto e desdobramentos
Em outubro, duas pessoas foram mortas num atropelo junto a uma sinagoga em Manchester, quando se preparavam para o Yom Kippur. O caso gerou condenação e pedidos de ação mais firme contra o anti-semitismo.
Reações internacionais
O rabino-chefe Ephraim Mirvis pediu uma resposta firme do Governo britânico contra o ódio. O primeiro-ministro britânico reiterou o compromisso de reforçar a segurança das comunidades judaicas. O caso chegou igualmente à imprensa internacional, com declarações oficiais.
Ações de grupos e investigações
Um grupo pró-iraniano conhecido como Ashab al-Yamin reivindicou o ataque em redes sociais, mas a veracidade dessas alegações ainda não foi confirmada. A polícia continua a investigar a motivação e a possível ligação com organizações externas.
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