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Quase 300 obras de Picasso, Miró e outros recuperadas em Penalva do Castelo

Polícia Judiciária recupera quase 300 obras de arte, incluindo Picasso e Miró, de funcionário de cidadão norte-americano falecido, com peças arqueológicas e arquitetónicas.

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  • A Polícia Judiciária recuperou quase 300 obras de arte, incluindo pinturas de Picasso e Miró, em Penalva do Castelo, no distrito de Viseu.
  • A apreensão foi efetuada a um funcionário de um cidadão norte‑americano que morreu há dois anos.
  • Além das obras de arte, foram encontradas peças arqueológicas e arquitetónicas de várias eras.
  • As obras estão sob guarda da Polícia Judiciária, à espera de devolução aos legítimos proprietários ou às instituições de origem; a investigação continua para identificar envolvidos e origem/autenticidade.
  • O sucesso da operação, com o apoio de outras entidades, reforça o combate ao tráfico ilícito de obras de arte e à proteção do património cultural.

A Polícia Judiciária recuperou quase 300 obras de arte em Penalva do Castelo, no distrito de Viseu. Entre as peças estão pinturas de Picasso e Miró, encontradas a um funcionário de um cidadão norte-americano já falecido há dois anos. A apreensão integra um inquérito sobre tráfico ilícito de bens culturais.

Além das obras de arte, foram apreendidas peças arqueológicas e arquitetónicas de várias eras. A operação teve como objetivo combater o comércio ilícito e a falsificação de património cultural, segundo a PJ, que assegura a guarda das peças para devolução aos proprietários legítimos ou às instituições de origem.

A investigação ocorreu de forma discreta e eficiente, permitindo identificar peças de alto valor histórico e artístico. A PJ realça a importância de proteger o património cultural nacional e internacional.

A operação contou com apoio de outras entidades policiais e institucionais, tendo sido considerada um sucesso na recuperação de um património público. A PJ agradece a colaboração de todos os envolvidos e reforça o compromisso de continuar o combate ao tráfico de obras de arte.

Investigação em curso

As autoridades continuam a apurar a cadeia de tráfico e a origem de cada peça, bem como a autenticidade das obras. A PJ solicita a colaboração da população para denunciar atividades ilícitas relacionadas com o património cultural.

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