- A Polícia Judiciária apreendeu numa vivenda em Penalva do Castelo 278 obras de arte assinadas por Picasso, Miró, David Hockney, Albrecht Dürer, Pierre Bonnard e Juan Downey.
- Pertenciam a um octogenário norte-americano que morreu em 2024 e que não era conhecido no mundo do coleccionismo.
- O morador vivia sozinho; o alerta surgiu quando o mordomo da localidade tentou colocar algumas peças no mercado.
- A autenticidade das obras ainda não está confirmada; as peças podem ser originais, não meras cópias.
- Suspeita-se de possível ligação ao branqueamento internacional de capitais.
Numa vivenda numa aldeia de Penalva do Castelo, a Polícia Judiciária recolheu 278 obras de arte assinadas por artistas como Picasso, Miró, Hockney, Dürer, Bonnard e Downey. As peças pertenciam a um octogenário norte-americano que faleceu em 2024.
O proprietário vivia sozinho e não era conhecido no meio do colecionismo. O alerta surgiu quando o mordomo, de idade avançada e residente na mesma localidade, tentou colocar no mercado algumas das obras.
A autenticidade das peças ainda não está confirmada. A investigação decorre para apurar a origem das obras e avaliar a possibilidade de ligação a operações de branqueamento de capitais.
Entre os nomes presentes na coleção constam artistas de várias épocas, o que sugere uma diversidade de estilos. A PJ continua a investigar a proveniência e a eventual comercialização das peças.
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