- Até 17 de abril, a GNR deteve 59 pessoas por incêndio, sendo 57 por negligência em queimadas de sobrantes que se descontrolaram.
- As detenções ocorreram principalmente em Vila Real e Braga, com 14 em cada distrito, seguidas de Leiria (10) e Viseu (sete).
- Entre os detidos, a maioria tinha entre 41 e 50 anos (18), entre 51 e 64 (16) e entre 75 e 84 (13).
- No âmbito da Operação Floresta Segura 2026, foram sinalizados 7.664 terrenos para limpeza obrigatória, com Leiria a registar o maior número (1.794).
- Até 15 de abril arderam 7.675,30 hectares (em 2025 foram 3.418); a Guarda recomenda não realizar queimas sem registo ou autorização, evitar fogo em dias de vento forte e nunca abandonar uma queima que ainda não esteja totalmente extinta.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve, até 17 de abril, 59 pessoas pelo crime de incêndio. Destas, 57 foram detidos por negligência em queimas e queimadas de sobrantes que se descontrolaram. O objetivo é evitar incêndios desfeitos.
A maior parte das detenções ocorreu nos distritos de Vila Real e Braga, com 14 em cada um. Leiria teve 10 detenções e Viseu registou sete casos, segundo a GNR.
A faixa etária mais afetada envolve pessoas entre 41 e 50 anos (18 detidos), seguidos por 51 a 64 (16) e 75 a 84 (13).
Operação Floresta Segura 2026
A GNR indicou 7.664 terrenos para limpeza obrigatória no âmbito da operação em curso, com Leiria a registar o maior número (1.794), seguida de Bragança (1.068) e Santarém (594).
Até 15 de abril, arderam 7.675,30 hectares, de acordo com dados provisórios. Em 2025, o total queimado foi de 3.418 hectares.
As autoridades recomendam não realizar queimas sem registo prévio nas plataformas oficiais ou autorização das autoridades locais, e evitar fogo em dias de vento forte ou temperaturas elevadas. Alertam ainda para não abandonar queimadas sem garantir que estão totalmente extintas.
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