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Condenados à prisão por abastecer estudantes com cannabis

PSP de Lisboa detém dois homens por gerir produção e venda de cannabis a estudantes; estufa com mais de 500 plantas, 398 apreendidas e 1.430 euros

Aspeto da plantação ilegal de canábis desmantelada pela PSP
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  • A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Lisboa deteve dois homens, de 42 e 43 anos, que geriam uma estufa de canábis para venda a estudantes; aguardam julgamento em prisão preventiva.
  • A investigação começou em janeiro e identificou uma estufa com mais de cinco centenas de plantas, instalada numa casa no concelho de Torres Vedras, com plantas em diferentes estados de crescimento.
  • Em buscas domiciliárias, foram apreendidas 398 plantas de canábis, todo o material de cultivo e 1.430 euros em dinheiro.
  • A dupla mantinha uma rede de clientes considerável, composta principalmente por jovens estudantes.
  • O processo está em fase de instrução, com diligências em curso para o julgamento.

Dois homens, com 42 e 43 anos, foram detidos pela PSP de Lisboa e encontram-se em prisão preventiva, aguardando julgamento. A operação apura a gestão de um negócio de produção e venda de cannabis a estudantes.

A investigação arrancou em janeiro deste ano e aponta que a dupla mantinha uma estufa com mais de 500 plantas de cannabis. O espaço ficava numa residência no concelho de Torres Vedras, com plantas em diferentes fases de cultivo.

Após buscas domiciliárias, foram apreendidas 398 plantas, todo o material utilizado para o cultivo e 1430 euros em dinheiro. A rede de clientes era descrita como significativa, tendo, sobretudo, jovens estudantes como alvo.

Operação e desdobramentos

Os investigadores indicam que a atividade incluía aquisição de insumos, gestão de produção e distribuição do produto. A PSP não descarta novas diligências para apurar contactos e fluxos financeiros.

Os detidos permanecem sob custódia, enquanto a investigação prossegue para determinar a extensão da rede de distribuição e a eventual participação de outras pessoas. O tribunal ainda não fixou data de julgamento.

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