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Primo é lesado em mais de 10 mil euros para jogos online em Ponte de Lima

Na operação Quebra de Confiança, primos de idoso vulnerável levantaram dez mil euros para jogos online e obtiveram procuração para alienar imóveis

Investigação está a cargo da PJ de Braga.
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  • A Polícia Judiciária (PJ) de Braga realizou a operação “Quebra de Confiança”, com dois arguidos — um homem e uma mulher — ligados ao caso.
  • Os crimes investigados incluem furto qualificado, abuso de garantia ou de cartão, dispositivo ou dados de pagamento e branqueamento de capitais.
  • A vítima é um septuagenário vulnerável, primo dos arguidos, a quem exploraram em contexto familiar, usando cartões bancários sem autorização para levantar dinheiro e fazer transferências para plataformas de jogo online. O prejuízo ultrapassa os 10 mil euros.
  • Os presumíveis suspeitos terão obtido procuração com amplos poderes de representação, permitindo alienar bens imobiliários da vítima e celebrar contratos-promessa de compra e venda, que foram revogados.
  • Durante as buscas domiciliárias foram apreendidos equipamentos informáticos e documentos.

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga realizou a operação Quebra de Confiança, com dois arguidos, um homem e uma mulher. A investigação envolve suspeitas de furto qualificado, abuso de garantia ou de cartão, dispositivo ou dados de pagamento, e branqueamento de capitais. Os factos ocorreram no contexto familiar, envolvendo um septuagenário vulnerável da relação de parentesco, em Ponte de Lima, no distrito de Braga.

Segundo a PJ, os suspeitos teriam explorado a vítima em sua casa ao utilizar cartões bancários sem autorização para levantar dinheiro e realizar transferências para plataformas de jogo online. O prejuízo alegadamente ultrapassa os 10 mil euros. A operação resultou na constituição de dois arguidos e na apreensão de equipamentos informáticos e documentação durante buscas domiciliárias.

Além disso, os dois suspeitos teriam obtido uma procuração com amplos poderes de representação, viabilizando a alienação de bens imobiliários da vítima e a celebração de contratos-promessa de compra e venda, que foram depois revogados. A investigação prossegue para apurar a extensão dos atos e identificar eventuais outras vítimas.

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