- A ASAE apreendeu 191.232 artigos contrafeitos de vestuário e acessórios têxteis, nos concelhos de Guimarães, Barcelos, Felgueiras e Vizela.
- Também foi apreendida uma máquina industrial que estava a ser utilizada na produção de artigos contrafeitos.
- A operação decorreu em várias unidades industriais de vestuário e em estabelecimentos de venda a retalho de marcas internacionalmente conceituadas.
- A investigação incluiu 11 mandados de busca (domiciliária e não domiciliária) e de pesquisa digital, permitindo detetar a produção de vestuário com marcas de renome em flagrante delito.
- Foram instaurados seis processos-crime por contrafação, imitação ou uso ilegal de marca, bem como venda ou ocultação de produtos, e apreendido o montante de 4.070 euros por fortes suspeitas de proveniência ilícita.
A ASAE, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, anunciou hoje a apreensão de 191.232 artigos contrafeitos de vestuário e acessórios têxteis. A operação ocorreu em quatro concelhos do Norte: Guimarães, Barcelos, Felgueiras e Vizela, no âmbito de ações de prevenção e combate ao crime económico.
A intervenção ocorreu em várias unidades industriais de produção de vestuário e em estabelecimentos de venda a retalho de artigos de marcas internacionalmente conceituadas e de elevado prestígio. A operação englobou diligências de inquérito e ações de busca.
No âmbito da investigação numa das unidades industriais, foram executados 11 mandados de busca domiciliária e não domiciliária, bem como de pesquisa digital. As diligências permitiram recolher prova relevante e detetar a produção de vestuário ostentando marcas de renome em situação de flagrante delito.
Foi ainda apreendida uma máquina industrial que estava a ser utilizada para a produção de artigos contrafeitos. Além disso, foram instaurados seis processos-crime por contrafação, imitação ou uso ilegal de marca, bem como venda ou ocultação de produtos.
Entre os ativos apreendidos, foi identificado um montante de 4.070 euros, considerado de origem potencialmente ilícita. As autoridades indicam fortes indícios de proveniência ilícita dos bens apreendidos, sem revelar detalhes adicionais.
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