- Em agosto de 2025, a Câmara Municipal de Espinho lançou um concurso público para iluminações de festa e do Natal, com preço base de 163 mil euros.
- O procedimento previa dois lotes: iluminação da Festa em Honra de Nossa Senhora d’Ajuda e iluminação natalícia, com mérito artístico (60%) e o preço mais baixo (40%) como critérios.
- O primeiro lote ficou com Castros, Iluminações Festivas, S.A., de Jorge Castro, por 53.500 euros; o segundo com Ailight, de António Castro, por 108 mil euros.
- Há um nexo entre as duas empresas: são geridas por irmãos, o que a autarquia não explicou à Sábado.
- O artigo não detalha mais informações sobre eventuais investigações, limitando-se a apontar a coincidência entre os concorrentes.
Em Espinho, a Câmara Municipal lançou em agosto de 2025 um concurso público para dois lotes de iluminação festiva e decorativa. O objetivo incluía iluminação para a Festa em Honra de Nossa Senhora d’Ajuda e para o Natal, com preço-base de 163 mil euros.
O primeiro lote caberia à Castros, Iluminações Festivas, SA, controlada por Jorge Castro, com um valor de adjudicação de 53.500 euros. O segundo ficaria com a Ailight, detida por António Castro, que venceu o outro lote com 108 mil euros. Ambos os vencedores são irmãos.
O concurso ponderou critérios de mérito artístico (60%) — incluindo originalidade e materialização de conceitos — e o preço mais baixo (40%). A autarquia de Espinho não explicou, até ao fecho de edição, a coincidência familiar entre os concorrentes à Sábado.
Segundo o jornal, os irmãos Jorge e Tozé Castro integravam antigos círculos locais, com ligações a escolas, autarcas e instituições religiosas. O artigo detalha o historial familiar, sem confirmar ligações diretas aos procedimentos de contratação pública.
A Câmara de Espinho não forneceu esclarecimentos adicionais sobre a coincidência entre as empresas vencedoras. O caso tem sido objeto de escrutínio pela imprensa, que já chamou a atenção para potenciais ligações entre os concorrentes.
Este conteúdo baseia-se em informações veiculadas pela Sábado, que publicou o detalhe do procedimento e menciona a falta de explicação por parte da autarquia. O esclarecimento institucional permanece pendente.
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