- Filipe Melo foi reeleito líder da distrital de Braga do Chega, com 56,5% dos votos, frente de Carlos Barbosa e Paulo Ralha.
- Luís Paulo Fernandes foi reeleito líder da distrital de Leiria, com 57,9% dos votos, enfrentando Carina Ascenso Francisco.
- João Tilly perdeu a liderança da distrital de Viseu para Rui Miguel Pereira, que obteve 54,9% dos votos.
- Em distritais fora de Braga, Leiria e Viseu, venceram António Carneiro em Beja (62,5%), Paulo Seco em Coimbra (60,2%), Paulo Matos em Bragança (59,7%) e César Silva foi reeleito em Évora (97,1%).
- A direção nacional do Chega explicou que as informações divulgadas referem‑se apenas às percentagens de votos, sem indicar números absolutos, e destacou o espírito democrático e a participação no processo.
Filipe Melo foi reeleito para liderar a distrital do Chega em Braga, com 56,5% dos votos, numa corrida frente a Carlos Barbosa e Paulo Ralha. Luís Paulo Fernandes manteve a liderança da distrital de Leiria com 57,9%, depois de enfrentar Carina Ascenso Francisco. João Tilly perdeu a estrutura de Viseu, ficando atrás de Rui Miguel Pereira, que arrecadou 54,9%.
A direção nacional do Chega revelou apenas as percentagens dos vencedores, sem indicar o número de votos, resultados dos candidatos derrotados ou a abstenção. O anúncio abriu a segunda ronda de eleições internas nas distritais e regionais, com mandato de três anos.
Na região, Beja e Coimbra também elegeram dirigentes: António Carneiro venceu em Beja com 62,5%, derrotando Mário Cavaco; em Coimbra, Paulo Seco obteve 60,2% frente a Augusto Miranda. Em Bragança, Paulo Matos venceu com 59,7% contra Marisa Aranda.
Em Évora, a lista única reelegeu César Silva no cargo de presidente com 97,1%. Nos Açores, José Pacheco foi reeleito com 74,4% dos votos. O comunicado da direção nacional enaltece a participação e o espírito democrático, parabenizando todos os candidatos.
O líder do Chega, André Ventura, agradeceu aos militantes que cessaram funções e desejou sucesso aos eleitos e às suas equipas, reiterando o compromisso de cooperação interna. O texto enfatiza a coesão e o apoio à missão do partido.
Concluída a nova fase, o Chega destaca que o processo reforça a legitimidade das estruturas distritais e a vitalidade do partido, num ciclo eleitoral interno que já incluiu outras regiões, como Lisboa, Porto e Faro.
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