- Uma equipa portuguesa de 64 operacionais partiu às 22 horas de sexta-feira da Base Aérea 11, em Beja, com destino a Caracas, Venezuela, para apoiar operações de resgate e socorro.
- A missão surge após dois sismos, de magnitudes 7,2 e 7,5 na escala de Richter, ocorridos na quarta-feira na Venezuela.
- Até ao momento, as autoridades apontam mais de mil mortos e cerca de três mil feridos.
- O objetivo é atuar no terreno em tarefas de resgate e auxílio às vítimas, com as imagens da chegada a ser apresentada.
Na sexta-feira, pouco depois das 22h, uma equipa portuguesa de 64 operacionais partiu da Base Aérea 11, em Beja, com destino a Caracas, na Venezuela, para apoiar operações de resgate e socorro. A missão encontra-se já em curso no terreno.
A partida ocorre após dois sismos ocorridos na quarta-feira, com magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala de Ritcher, que provocaram enormes danos. Até ao momento, o balanço aponta para mais de mil mortes e cerca de três mil feridos.
Segundo o governo venezuelano, liderado por Delcy Rodríguez, o objetivo é apoiar as operações de busca por vítimas e atendimento de importância médica. A equipa portuguesa desloca-se para colaborar no terreno com recursos de resposta a emergências.
Contexto do sismo e desdobramentos
Os sismos causaram estragos significativos em várias regiões, levando autoridades a mobilizar recursos nacionais e internacionais. Equipas de resgate estão a funcionar em várias frentes para localizar pessoas soterradas e prestar primeiros socorros.
A missão portuguesa envolve transporte aéreo, logística e capacidades de resgate em zonas de difícil acesso. O objetivo é acelerar a avaliação de danos e a assistência a comunidades afetadas, mantendo o foco na proteção de população civil.
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