- Um júri eleitoral peruano rejeitou, por improcedente, o pedido de Roberto Sánchez para anular os votos no exterior na segunda volta entre Keiko Fujimori e Sánchez.
- A decisão mantém a vantagem de Fujimori na contagem das votações da disputa presidencial.
- Sánchez contestou os votos no exterior, alegando irregularidades, mas o recurso foi rejeitado.
- A notícia não informa números oficiais ou datas adicionais da contagem.
- A cobertura foca na decisão judicial e no impacto sobre o resultado da eleição.
Um júri eleitoral do Peru rejeitou, por improcedente, o recurso apresentado pelo candidato Roberto Sánchez, que pretendia anular os votos emitidos no exterior na segunda volta presidencial. A decisão mantém válida a contagem de votos já divulgada.
O objetivo do recurso era anular os votos no exterior que apoiaram Keiko Fujimori, candidata de direita, na contagem final. A reclamação foi rejeitada após avaliação dos argumentos apresentados pela defesa.
Com a decisão, Fujimori mantém vantagem na contagem de votos nacionais e no conjunto geral da segunda volta, segundo dados oficiais ainda não completamente divulgados. A decisão não altera o quadro de apuração já conhecido.
A informação é reportada pela agência Lusa.
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