- Nesta sexta-feira, a proposta do Governo para rever a legislação laboral foi chumbada na generalidade.
- O Chega e a esquerda parlamentar votaram contra, depois de o partido de André Ventura não ter chegado a acordo com o PSD.
- Os votos a favor vieram apenas dos partidos que apoiam o Governo — PSD, CDS-PP e Iniciativa Liberal (IL).
- O secretário-geral da CGTP emocionou-se e celebrou o chumbo da reforma laboral.
O Governo viu chumbada, na generalidade, a proposta de revisão da legislação laboral. O resultado saiu esta sexta-feira, com os votos contra do Chega e da esquerda parlamentar. O texto só recebeu o apoio de PSD, CDS-PP e IL.
A rejeição deveu-se à ausência de acordo entre o Chega e o PSD, que impediu a maioria necessária na Assembleia da República. A esquerda também votou contra, mantendo a oposição à matéria em discussão.
O secretário-geral da CGTP emocionou-se e saudou o desfecho, destacando o inquérito como vitória para trabalhadores. Entidades sindicais avaliam que o voto abre espaço para novas conversas e consultas públicas.
Reação sindical
- CGTP celebra o episódio como sinal de mudança nas negociações laborais e aponta para futuras ações de defesa dos direitos dos trabalhadores.
- Partidos de oposição mantêm críticas àquilo que classificam como processo legislativo longo e sujeito a compromissos da governação.
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