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Governo confia que PS abandone postura do contra e do empata

Governo mantém esperança de que PS mude posição, criticando o contra e o empata e elogiando de forma contida a liderança de Pedro Nuno Santos

Governo insiste que não tem "parceiros preferenciais" e dá exemplos de diálogo com o PS na lei do Tribunal de Contas ou nas heranças indivisas
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  • Após o Conselho de Ministros, o Governo disse manter a esperança de que o PS mude a atitude, sem ter parceiros preferenciais.
  • O ministro António Leitão Amaro criticou a chamada “fase do contra e do empata” no Partido Socialista.
  • Enquanto a reforma laboral está a ser discutida no Parlamento, o Executivo afirma não ter parceiros preferenciais.
  • O ministro fez um elogio quase à liderança de Pedro Nuno Santos e aos frutos de aproximações anteriores, como o IRS Jovem ou o Orçamento do Estado.
  • A mensagem foi de abertura ao diálogo e de foco na viabilização de medidas, sem recorrer a posicionamentos confrontacionais.

O Governo afirma manter a esperança de que o PS mude de posição, após o Conselho de Ministros, numa altura em que a reforma laboral é discutida no Parlamento. António Leitão Amaro disse que o executivo não tem parceiros preferenciais e que o PS está numa fase de oposição e empata.

O ministro criticou aquilo que apelidou de atitude do contra e do empata do PS, referindo-se a uma postura de resistência à aprovação de medidas já acordadas noutras épocas. O objetivo é superar este impasse na governação.

O governante revelou que, apesar das críticas, há espaço para reconhecer frutos de aproximações passadas, designadamente o IRS Jovem e o Orçamento do Estado, que resultaram em ganhos para famílias e para a economia. A observação foi feita no contexto político atual.

Contexto político

Durante o mesmo período, o Governo acentuou que o debate da reforma laboral continua no Parlamento, mantendo o foco na conclusão de um registo de propostas que atenda aos objetivos de gestão económica e laboral. O desempenho do governo é monitorizado pela opinião pública e pelos órgãos de decisão.

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