- Montenegro e Ventura aproximam-se na lei laboral, com negociações que devem estender-se até ao fim.
- O debate quinzenal serviu para os partidos impor condições e ensaiar negociações, antes da intervenção da ministra do Trabalho.
- O Governo aproxima-se do Chega na negociação, mantendo a esquerda de fora.
- O PSD afirmou que o PS está mais radicalizado com José Luís Carneiro do que na era de Pedro Nuno Santos.
- Ao longo do debate, foram utilizadas referências futebolísticas e à selecção nacional.
O debate quinzenal desta semana ficou dominado pela futura apresentação do pacote laboral, com a ministra do Trabalho e da Segurança Social prevista para o Parlamento nesta quinta-feira. O objetivo é esclarecer medidas laborais, que deverão entrar em vigor em breve. A discussão envolve Governo, Montenegro e Ventura, entre outros.
Ao longo da sessão, Montenegro e Ventura aproximaram as suas posições em pontos-chave do pacote, marcando uma negociação que ainda está em curso. A esquerda ficou ausente, enquanto o Governo pretende obter apoio do Chega para avançar com as medidas, sem alterar a idade da reforma.
Ainda durante o debate, o tom crítico aumentou contra o PS. O PSD argumentou que o partido está “mais radicalizado” com a atuação de José Luís Carneiro do que na era de Pedro Nuno Santos, apontando divergências sobre a direção das reformas.
Desdobramentos no pacote laboral
O Governo reforçou a necessidade de consenso, embora o acordo ainda não tenha sido alcançado. O foco inclui flexibilidades laborais e outros ajustes, com negociações em curso entre os aliados de esquerda e o Chega, conforme informou a imprensa.
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