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Câmara de Lisboa pretende concursos públicos para 163 cargos dirigentes

Câmara Municipal de Lisboa propõe concursos públicos para 163 cargos de direção, incluindo diretores de departamento, com aprovação provável na autarquia e envio à Assembleia Municipal

Câmara de Lisboa
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  • A Câmara Municipal de Lisboa quer lançar concursos públicos para recrutar titulares de todos os 163 cargos dirigentes da autarquia.
  • A proposta é apresentada pela liderança maioritária de Carlos Moedas (PSD) e será discutida na reunião de 17 de junho.
  • Os concursos abrangem cargos de direção superior de 1.º grau, direção intermédia de 1.º e de 2.º graus, incluindo diretores de departamento e chefses de divisão.
  • Podem concorrer tanto membros vinculados à Administração Pública como trabalhadores do município ou de setores privados.
  • A garantia de aprovação na Câmara está assegurada pela coligação PSD/CDS-PP/IL e pela independente Ana Simões; depois segue para a Assembleia Municipal, onde a coligação não tem maioria.

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) propõe lançar concursos públicos para selecionar os titulares de todos os 163 cargos dirigentes da autarquia. A iniciativa parte da liderança maioritária de Carlos Moedas (PSD) e será discutida na próxima semana. A proposta consta da ordem de trabalhos da reunião camarária de 17 de junho, a que a Lusa teve acesso.

A medida autoriza recrutar titulares dos cargos de direção superior de 1.º grau entre profissionais vinculados ou não à Administração Pública. Inclui a designação dos júris de recrutamento para provimento dos cargos de direção superior de 1.º grau e de direção intermédia de 1.º e 2.º graus dos serviços do município.

Ou seja, o leque abrange diretores de departamento e chefes de divisão, que podem ser titulares atuais ou outros trabalhadores municipais, bem como funcionários públicos ou do setor privado. O objetivo é garantir critérios de igualdade, mérito, capacidade, imparcialidade, transparência e legalidade.

Aprovação e próximos passos

A proposta tem apoio garantido na CML, com os votos da coligação PSD/CDS-PP/IL e da independente Ana Simões, formando uma maioria absoluta de nove votos em 17. Segue-se a votação na Assembleia Municipal, onde a coligação não dispõe de maioria.

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