- O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi impedido de entrar nos EUA para apitar jogos do Mundial de 2026, alegadamente devido a ligações com suspeitos de integrarem organizações terroristas, segundo a CBP.
- A Administração Trump afirmou que a inspeção detalhada revelou informações desfavoráveis e que não seria permitida a entrada de qualquer ameaça à segurança do país.
- O governo da Somália qualificou a decisão como lamentável e disse que vai contactar as autoridades dos EUA e a FIFA através do Ministério dos Negócios Estrangeiros para obter uma explicação clara.
- Artan disse que irá estar no próximo Mundial, em 2030, e que espera participar na competição que se realiza em Portugal, Espanha e Marrocos.
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi impedido de entrar nos Estados Unidos, alegadamente a pretexto de ligações a suspeitos de integrarem organizações terroristas, num momento de preparação para o Mundial de 2026. A decisão foi comunicada pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP).
Segundo a CBP, a inspeção detalhada resultou em informações desfavoráveis, incluindo ligações com indivíduos ligados a organizações terroristas. O órgão afirmou que não haverá entrada no país para quem represente risco à segurança nacional.
O governo da Somália reagiu, considerando a decisão lamentável, e anunciou que está a articular com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para obter uma explicação oficial junto das autoridades norte-americanas e da FIFA.
Reação oficial
Artan indicou, antes da proibição, a intenção de arbitrar no Mundial de 2026, mantendo ainda a ambição de apitar o evento seguinte, em 2030, cuja organização será partilhada por Portugal, Espanha e Marrocos. O médio prazo diplomático envolve contatos entre as partes envolvidas para clarificar o assunto.
Entre na conversa da comunidade