- O Presidente da República condecorou Orlando Pinto com a Comenda do Mérito Empresarial, durante uma cerimónia no Luxemburgo com a comunidade portuguesa.
- A entrega foi anunciada e concretizada por António José Seguro, em nome do chefe de Estado, no arranque das celebrações oficiais do Dia de Portugal.
- O empresário é fundador e gerente da Sopinor, empresa de construção criada em 2002, que hoje emprega cerca de setecentos trabalhadores, na sua maioria portugueses.
- Pinto, natural de Castro de Aire, vive no Luxemburgo há perto de quarenta anos e a Sopinor é apresentada como contribuindo para o desenvolvimento do país acolhedor.
- Seguro apelou aos emigrantes e luso-descendentes para regressem a Portugal, destacando que o país quer receber de volta os seus.
O Presidente da República condecorou o empresário Orlando Pinto com a Comenda do Mérito Empresarial no Luxemburgo, durante uma cerimónia com a comunidade portuguesa. A distinção reconhece o percurso profissional e o espírito empreendedor.
Orlando Pinto, natural de Castro de Aire, vive no Luxemburgo há cerca de 40 anos e é proprietário da Sopinor, empresa de construção civil criada em 2002. Hoje a empresa emprega ~700 trabalhadores, entre os quais muitos portugueses.
O Presidente afirmou que o empreendedorismo português é uma marca no Luxemburgo e que a distinção reconhece alguém que representa muitos outros. Destacou que, ao alcançar sucesso, Pinto contribuiu para o desenvolvimento do país anfitrião.
Condecoração
A cerimónia marca o arranque das comemorações oficiais do Dia de Portugal. Seguro salientou que a porta da Sopinor está sempre aberta a quem precisa e que o reconhecimento é atribuído pela singularidade do percurso.
O chefe de Estado justificou o agraciamento pela trajetória de sucesso. Realçou o papel de quem partiu para procurar oportunidades no estrangeiro, contribuindo para o tecido económico do Luxemburgo.
Apelo aos emigrantes
O Primeiro-Ministro Luís Montenegro elogiou o potencial de desenvolvimento de Portugal e pediu aos emigrantes que regressem, afirmando que o país precisa de todos. No Luxemburgo, reforçou-se a ideia de que o regresso de quem nasceu fora também é valorizado.
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